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Política versus Esporte: entre polêmicas, começa nesta quinta a Copa do Mundo/2026


Estádio Azteca, na Cidade do México, recebe abertura da Copa/2026. Foto: Divulgação

A bola vai rolar nesta quinta-feira (11), a partir das 16h (horário de Brasília), para o jogo entre México e África do Sul, partida que abrirá oficialmente a Copa do Mundo 2026. A competição terá, pela primeira vez na história, três países-sede (México, Canadá e Estados Unidos), alternando-se para receber as 48 seleções que obtiveram sua classificação.

Com três países-sede, a Copa terá, igualmente, aberturas no México (hoje), no Canadá e Estados Unidos (nesta sexta-feira, 12). A programação é semelhante, com festa, shows, discursos sendo realizados cerca de uma hora e meia antes das partidas inaugurais das seleções-sede.

Assim, além de México x África do Sul, amanhã o Canadá começa a disputa diante da Bósnia e Herzegovina (às 16h de Brasília). Já os Estados Unidos abrem a Copa jogando contra o Paraguai, também nesta sexta-feira, mas às 22h (horário de Brasília.

O Brasil estreia no sábado (13) contra o Marrocos, em partida marcada para às 19h (horário de Brasília). A seleção brasileira vai em busca da sexta estrela em sua camisa – foi campeã em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.

Abertura no México terá a participação de Shakira e Maná, entre outros artistas. A cerimônia começa às 14h30, com transmisão pela TV.

Política e polêmicas

Com uma guerra declarada entre Estados Unidos e Irã (os norteamericanos tornaram a atacar bases iranianas nesta madrugada), a delegação iraniana mudou seu roteiro, foi se alojar no México, e terá de ir e voltar a Tijuana após cada partida, porque os membros da delegação receberam vistos que só permitem ‘entrada temporária’ nos Estados Unidos.

Um árbitro, o somali Omar Atan, foi impedido de entrar nos Estados Unidos assim que desembarcou do avião – embora tivesse sido escalado pela FIFA.

Outros incidentes já foram registrados – como a seleção de Senegal ficando detida por horas até ser autorizada a desembarcar em solo dos EUA.

O presidente da FIFA, o italiano Gianni Infantino, diz que tais questões são da alçada do país-sede, e que não cabe interferência da FIFA.


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