
Há 5 anos, o Brasil dava seus primeiros passos na luta contra o pesadelo da covid-19. No dia 17 de janeiro de 2021, logo depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial de duas vacinas no Brasil, a enfermeira paulista Mônica Calazans se tornava a primeira brasileira a ser vacinada contra a covid-19.
Mônica foi escolhida para esse momento histórico porque participou dos ensaios clínicos da vacina Coronavac, feitos no final de 2020 para comprovar a segurança e a eficácia da vacina. Na época, ela trabalhava no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, hospital especializado em doenças infectocontagiosas e referência para a doença, que atendeu mais de 40 mil pacientes durante a pandemia.
A vacinação em massa foi uma das medidas que ajudaram a diminuir o impacto da pandemia no Brasil. Mesmo assim, o Ministério da Saúde contabilizou, até hoje, 29 milhões, 849 mil, 740 casos em todo o país. Morreram em decorrência da covid-19 659.159 pessoas no Brasil.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 5 de maio de 2023, o fim da pandemia – que havia começado oficialmente em 11 de março de 2020.
Pandemia na RMJ
Na Região Metropolitana de Jundiaí, o Ministério da Saúde contabilizou 2627 mortes por covid-19, assim distribuídas:
Cabreúva 142 mortes
Campo Limpo Paulista 285
Itupeva 147
Jarinu 76
Jundiaí 1604
Louveira 107
Várzea Paulista 266
